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Confusão em UPA do DF termina com paciente detida e vigilante com arranhões; VÍDEO

Confusão em UPA do DF termina com paciente detida e vigilante com arranhões Uma confusão na UPA de Planaltina, no Distrito Federal, terminou com uma paciente de...

Confusão em UPA do DF termina com paciente detida e vigilante com arranhões; VÍDEO
Confusão em UPA do DF termina com paciente detida e vigilante com arranhões; VÍDEO (Foto: Reprodução)


Confusão em UPA do DF termina com paciente detida e vigilante com arranhões Uma confusão na UPA de Planaltina, no Distrito Federal, terminou com uma paciente detida pela Polícia Militar e um vigilante ferido com arranhões no rosto. O caso, motivado pela demora de atendimento médico, foi na noite de sábado (10) (veja detalhes abaixo). Um vídeo registrado pela própria paciente mostra o momento em que ela tenta gravar uma funcionária da unidade de saúde, mas é contida pelo vigilante (veja vídeo acima). "A senhora não pode [inaudível] aqui dentro, não", diz o vigilante. Durante a confusão, a mulher que está gravando o vídeo pergunta se os vigilantes vão bater nela. Segundo a PM, os envolvidos foram levados para a 16ª Delegacia de Polícia, onde o caso foi registrado como injúria, vias de fato e lesão corporal. Em nota, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges), que faz a gestão das UPAs, disse que o aumento na espera na unidade ocorreu por causa da ausência de um médico e do remanejamento do restante da equipe para suprir a falta. "O IgesDF repudia qualquer forma de violência contra seus colaboradores e adota as providências cabíveis, incluindo os encaminhamentos administrativos e legais, além de oferecer suporte aos profissionais envolvidos", disse sobre o registro de confusão. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp. Demora no atendimento Fachada da UPA de Planaltina, no DF TV Globo/Reprodução De acordo com relatos ouvidos pela reportagem, a confusão foi motivada pela demora no atendimento médico na unidade. A paciente afirma que estava esperando há duas horas. Ela buscou a chefia de enfermagem sobre a previsão de atendimento, quando foi informada que a quantidade de médicos estava reduzida e que não havia como prever o horário em que seria atendida. Ainda segundo o relato da paciente, uma pessoa com classificação verde – ou seja, de menor gravidade – e que havia chegado depois dela foi chamada antes de outras pessoas que já estavam esperando há mais tempo. O Iges nega que isso tenha acontecido. A mulher, então, pediu para que os vigilantes chamassem o responsável pela unidade. Segundo o relato, eles teriam pedido para que a paciente fizesse um registro na ouvidoria e que não havia um responsável pela UPA. A paciente diz ainda que uma enfermeira falou para que chamasse a Polícia Militar (veja vídeo acima). "Quando manifestei a intenção de filmar a situação, o vigilante colocou-se à minha frente e afirmou que eu não filmaria naquele local. Na sequência, conforme meu relato, o vigilante avançou em minha direção, empurrou-me, puxou meus cabelos e me jogou ao chão", declarou. Por fim, ela afirma que foi informada que só poderia deixar a unidade com a Polícia Militar. O que diz o Iges "O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) informa que, diante da ausência temporária de um médico por motivo de saúde na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Planaltina, realizou o remanejamento de profissionais para garantir a continuidade da assistência. A situação ocasionou aumento no tempo de espera. O Instituto esclarece que não procede a informação de que pacientes classificados como risco verde deixariam de ser atendidos naquele dia. Nas UPAs, os atendimentos seguem o protocolo de classificação de risco, que prioriza os casos conforme a gravidade do quadro clínico. Na mesma unidade, foi registrada uma agressão física contra um vigilante por parte de uma paciente. O IgesDF repudia qualquer forma de violência contra seus colaboradores e adota as providências cabíveis, incluindo os encaminhamentos administrativos e legais, além de oferecer suporte aos profissionais envolvidos. O Instituto mantém ações de prevenção e enfrentamento à violência e reafirma seu compromisso com a segurança de trabalhadores e pacientes, bem como com uma assistência pública segura, humanizada e de qualidade." Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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