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DF tem 1º caso de internação involuntária de pessoa em situação de rua

DF tem 1º caso de internação involuntária de pessoa em situação de rua O Distrito Federal registrou o 1º caso de internação involuntária de pessoa em ...

DF tem 1º caso de internação involuntária de pessoa em situação de rua
DF tem 1º caso de internação involuntária de pessoa em situação de rua (Foto: Reprodução)

DF tem 1º caso de internação involuntária de pessoa em situação de rua O Distrito Federal registrou o 1º caso de internação involuntária de pessoa em situação de rua após o governo local sancionar a lei que prevê tal medida. O homem de 31 anos foi resgatado andando pelos trilhos do metrô. 🔎 A lei que regula internação voluntária de pessoas em situação de vulnerabilidade social ou em situação de rua foi sancionada em julho deste ano. O caso foi registrado na 5ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte. Segundo o boletim de ocorrência, uma equipe do Samu constatou "que o indivíduo se encontrava em surto", por isso "a equipe decidiu pela realização da condução e internação do homem, uma vez que o indivíduo apresentava iminente risco à coletividade". De acordo com a regulamentação publicada no Diário Oficial do DF nesta segunda-feira (24), constituem sinais de alerta para a necessidade de internação involuntária: risco à vida; violência; negligência extrema com autocuidados básicos; presença de sintomas psicóticos. "A internação involuntária somente ocorre em caráter excepcional, por determinação médica, sendo vedada, em qualquer hipótese, a adoção de ações indiscriminadas que impliquem recolhimento forçado, admitidos os mutirões de acolhimento e zeladoria urbana", destaca o texto. DF tem 1º caso de internação involuntária de pessoa em situação de rua Reprodução ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp. Internação negada No último dia 13, a Secretaria de Saúde negou um pedido de internação involuntária da pessoa em situação de rua que chutou uma criança de 5 anos na cabeça, na Asa Sul, feito pela Secretaria de Segurança Pública. "Ele foi encaminhado para fazer uma avaliação conforme o protocolo pactuado com as forças de segurança. Nem todo caso vai configurar um quadro de surdo psíquico que indique internação involuntária. Ele vai continuar sendo tratado e acompanhado com a equipe do consultório na rua, no CAPS", afirmou a subsecretária de Saúde Mental da SES-DF, Fernanda Falcomer. À época, a pasta informou que o homem continuaria sendo acompanhando pela rede de saúde pública. Ainda segundo Fernada Falcomer, caso, no futuro, o acompanhamento sugira internação, o procedimento será seguido. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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