cover
Tocando Agora:

Mortes no Hospital Anchieta: suspeito de assassinar pacientes diz que trabalhou na rede pública do DF; Secretaria de Saúde nega

Polícia investiga o que levou técnicos de enfermagem a provocarem mortes na UTI do Hospital Anchieta Em uma rede social profissional, o técnico de enfermagem...

Mortes no Hospital Anchieta: suspeito de assassinar pacientes diz que trabalhou na rede pública do DF; Secretaria de Saúde nega
Mortes no Hospital Anchieta: suspeito de assassinar pacientes diz que trabalhou na rede pública do DF; Secretaria de Saúde nega (Foto: Reprodução)

Polícia investiga o que levou técnicos de enfermagem a provocarem mortes na UTI do Hospital Anchieta Em uma rede social profissional, o técnico de enfermagem Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, disse que já trabalhou em unidades da rede pública do Distrito Federal. A Secretaria de Saúde negou o vínculo trabalhista. Marcos Vinícius foi preso em janeiro, suspeito de causar a morte de três pacientes no Hospital Anchieta, em Taguatinga, após aplicar um medicamento de forma irregular. Outras duas técnicas, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva, também foram presas por envolvimento nos crimes. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Na rede social, Marcos dizia que procurava oportunidades de trabalho: "Com as experiência adquiridas em ambiente hospitalar, procuro agora uma chance de efetivação na minha área de conhecimento, sempre mantendo a ética profissional e com responsabilidade dos meus afazeres, minha carreira está no início, mas estou em busca de uma oportunidade para demonstrar meu talento e minhas habilidades", publicou o suspeito. Em uma lista, também na rede social, Marcos citou três unidades da rede pública do DF onde teria trabalhado: Hospital Regional de Taguatinga, na UTI ortopédica por dois messes; Hospital Regional de Ceilândia, na clínica cirúrgica por um mês; Unidade Básica de Saúde n°8, em Ceilândia, por um mês. A Secretaria de Saúde negou que Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo trabalhou nos hospitais listados no currículo. Segundo a pasta, ele não faz e nunca fez parte do quadro de servidores da rede pública de saúde do DF nem teve qualquer vínculo, mesmo que temporário. O Iges-DF, instituto que administra unidades da rede pública, também negou qualquer vínculo com os três técnicos presos. Marcos Vinícius está preso na carceragem do Departamento de Polícia Especializada da Polícia Civil, enquanto Marcela e Amanda estão na Colmeia. LEIA TAMBÉM: Saiba quem são os três técnicos suspeitos de assassinar pacientes Principal suspeito arranjou novo emprego em UTI pediátrica após crimes, diz polícia Investigadas por 'encobrir' crimes também podem responder por homicídio qualificado Três técnicos de enfermagem suspeitos de matarem pacientes internados na UTI do Hospital Anchieta TV Globo/Reprodução Principal suspeito confessou os crimes Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo chegou a negar envolvimento, mas confessou os crimes após ser confrontado com imagens das câmeras de segurança da unidade. Ele confessou em depoimento à Polícia Civil. Marcela também confessou. Segundo a investigação, o homem injetou doses altas de um medicamento nos pacientes – ou seja, usou o produto como um veneno. Em uma das vítimas, ele também injetou desinfetante na veia. Já as mulheres são acusadas de participar dos crimes "dando cobertura" ao outro técnico. Ainda segundo a Polícia Civil, Marcos trabalhava há cinco anos na área. Após abrir a investigação interna, o Hospital Anchieta demitiu os três suspeitos. O que já se sabe sobre as mortes no Hospital Anchieta, no Distrito Federal Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.