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Tribunal de Contas do DF cobra explicações do Iprev sobre risco de recursos investidos no BRB

Tribunal de Contas do DF (TCDF) TV Globo/Reprodução O Tribunal de Contas do Distrito Federal deu prazo de 30 dias para o Instituto de Previdência dos Servido...

Tribunal de Contas do DF cobra explicações do Iprev sobre risco de recursos investidos no BRB
Tribunal de Contas do DF cobra explicações do Iprev sobre risco de recursos investidos no BRB (Foto: Reprodução)

Tribunal de Contas do DF (TCDF) TV Globo/Reprodução O Tribunal de Contas do Distrito Federal deu prazo de 30 dias para o Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev) explicar os possíveis riscos patrimoniais ligados à participação acionária no capital do Banco de Brasília (BRB). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. A decisão foi tomada em plenário nesta quarta-feira (11). O Iprev terá de entregar documentos que indiquem o tamanho da preocupação com a gestão dos investimentos do Fundo Solidário Garantidor (FSG). 🔎O FSG é administrado pelo Iprev e funciona como reserva patrimonial e estabilizador financeiro para garantir a sustentabilidade do Regime Próprio de Previdência Social do Distrito Federal (RPPS/DF). BRB aciona a Justiça para cobrar dívida do ex-presidente do banco Além disso, a Corte determinou que o corpo técnico acompanhe a discussão na Câmara Legislativa do DF sobre o veto do governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), a um trecho da Lei nº 7.845/2026, que autoriza o uso de imóveis para tentar salvar o BRB. ➡️O dispositivo vetado previa que o Iprev teria participação societária mínima de 20% nas operações de transferência ou monetização de bens e direitos do DF em favor do BRB. A medida vetada tinha como objetivo recompor o patrimônio previdenciário e garantir o pagamento de aposentados e pensionistas do DF. Preocupações com governança, riscos e nova legislação O Tribunal analisou uma representação do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo e do Tribunal de Contas do DF (Sindical). Segundo dados apresentados, cerca de R$ 531 milhões do patrimônio previdenciário estão aplicados em ações do BRB, o que representa 12,33% do capital do banco. O Sindical apresentou preocupação quanto à governança, à gestão de riscos desses investimentos e sobre a mudança recente na legislação previdenciária do DF. A alteração, decorrente da aprovação da Lei Complementar nº 1.051/2025, permite que o Iprev utilize até 100% da rentabilidade líquida do FSG para pagar aposentadorias e pensões, desde que o capital principal seja preservado. No documento, o sindicato solicitou que sejam avaliados especificamente os riscos indiretos da carteira do Iprev, incluindo: a exposição dos investimentos a instituições ou ativos ligados ao BRB e ao Banco Master; a forma como é feito o monitoramento do risco de crédito e de contraparte; e se as proteções existentes são suficientes para evitar contágio ou concentração excessiva de risco. LEIA TAMBÉM: AGRESSÃO EM PRAÇA: MP do DF pede que outra agressão de Pedro Turra seja julgada como tentativa de homicídio ASA NORTE: Corredores inundados, goteira em sala de aula: escola pública fica alagada após chuvas Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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